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Mobiliário para escritório: 5 erros na hora de escolher o seu

Uma das etapas mais empolgantes de um projeto de Arquitetura Corporativa é a escolha do mobiliário para escritório. Isso porque o cliente tem a oportunidade de participar de maneira mais enfática, apontando suas preferências e necessidades.

Contudo, nem sempre há um alinhamento adequado entre ele e o arquiteto, resultando em apostas duvidosas, quando não, desastrosas. Os móveis corporativos possuem impactos diretos sobre a experiência dos usuários e sua produtividade.

Falaremos mais a esse respeito e apontaremos, na sequência, os principais erros a se evitar no momento de definir esses componentes tão essenciais ao negócio.

A importância do mobiliário para escritório

Mobiliário para escritório

Nossas equipes passam, no mínimo, 8 horas dentro da empresa. Portanto, sua relação com o espaço de trabalho é íntima e não apenas profissional, pessoal também.

Além dos desafios laborais, essas pessoas precisam lidar com suas emoções e vivências particulares, missão essa que pode ser, ou não, facilitada. Todavia, o ideal é pensar em como proporcionar a melhor experiência possível aos nossos colaboradores, a fim de elevar sua disposição ante às tarefas diárias, reter talentos, construir um bom clima organizacional e promover mais saúde. Sim, saúde!

O mobiliário para escritório tem tudo a ver com isso, uma vez que está imediatamente relacionado à ergonomia. Sem ela, os ocupantes podem apresentar dores nas costas, na cabeça, ombros, pernas, olhos. Enfim, o corpo todo pode ser afetado e, por conseguinte, a mente também. O estresse é aqui a consequência mais evidente.

Além disso, os móveis demonstraram também a “assinatura da marca”, ou seja, a identidade do negócio, que precisa, sobretudo no escritório, estar bem resolvida.

1. Não analisar a ergonomia

Esqueceu de testar móveis como mesas e cadeiras? Pronto. Portas abertas para problemas em breve. Vale lembrar que, ao sentar, os joelhos devem formar um ângulo de 90° em relação às cintura. Os pés têm de ficar totalmente apoiados no chão e a inclinação da cabeça na altura certa para visualizar a tela de um computador, por exemplo.

Sempre analise cada modelo conforme a função para a qual será empregado. As regulagens são ótimos recursos, pois permitem adaptações nesse sentido, de acordo com cada tipo de corpo.

2. Considerar apenas as tendências

Muitas vezes, no intuito de dar um “ar moderno”, acaba-se pautando a escolha do mobiliário para escritório pelas tendências ora em voga. Entretanto, está aí um perigo. O que é realmente importante é fazer a escolha das peças com base em um estudo preliminar sobre as necessidades da companhia e seu time. As características da marca também precisam ser consideradas.

De modo contrário, depois que a moda passa, o escritório pode ficar com um aspecto defasado e ainda não atender a contento a questão da ergonomia.

3. Esquecer das medidas dos móveis

Deixar de mensurar os móveis que poderão vir a ser escolhidos é uma falha que pode gerar muita frustração.

Imagine que determinada peça tem a cor e o design certos para o seu escritório. Mas, na hora de colocá-lo no lugar previsto, ele não passa pela porta. Ou, devido ao seu tamanho, acaba impedindo alguma passagem. Ou ainda, fica “dançando” em uma área que tem proporções muito maiores que a sua.

Pois é. Chato! Mas é fácil evitar. Basta ter as medidas exatas do ambiente e checar as dimensões de cada móvel, ou mesmo tirá-las você mesmo com uma fita métrica.

4. Pensar em curto prazo

A fim de acelerar o fechamento do projeto, ou mesmo de enxugar custos, muitas empresas optam por soluções de caráter “provisório”. Assim, abre-se mão da qualidade só para ter algo que parece acabado ou bonito.

Cuidado! Após pouco tempo será necessário fazer novos investimentos para substituir itens que possam dar problemas, inclusive até mesmo antes do previsto. Os gastos ainda podem sair maiores do que o imagino pela possível necessidade de um novo projeto de interiores.

5. Não ter prioridades

Como sabemos, uma empresa pode apresentar diversos departamentos e salas. Por isso, não é incomum vermos casos em que não está claro para o negócio quais necessidades devem ser atendidas em primeiro lugar. Isso porque, nem sempre é possível investir todo o montante capaz de viabilizar aquele “projeto dos sonhos”.

Como resultado, há erros na quantidade projetada de alguns móveis e conflitos em determinados setores por falta das condições propícias para se trabalhar, por exemplo.

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